20.11.16

Sobre encontros e reencontros

Nada como uma amizade.
Daquelas que parecem nunca começar e nunca acabar.
Que muitas vezes sequer parecia existir, mas que o tempo se encarrega de mostrar.
Que parece que estava ali antes mesmo da gente chegar.
Nada como fazer novas amizades.
Nada como encontrar os amigos, ou também, reencontrar amizades.
Lembrar de como tudo começou.
Da primeira tatuagem feita, da primeira banda sugerida, dos primeiros poemas escritos.
Nada como sentir a força revigorante e reconfortante da companhia.
Nada como escrever sobre a maravilha de pensar em quem se gosta antes de dormir.

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