9.6.12

Do pouco e do muito

Na escuridão do quarto, as formas tornam-se assustadoras. As imagem ganham contornos sombrios. Pouco se e' revelado que seja verdadeiro. Na escuridão da alma, os sentimentos tornam-se maravilhosos. Estes ganham contornos perfeitos. Muito se e' revelado e tudo e' verdadeiro.

1.6.12

Uma possível troca de presentes

Era uma vez... Num planeta muito, muito distante, onde viviam criaturas que respiravam, comiam, dormiam tinham uma vida tranqüila e feliz. Lá, eles haviam criado uma coisa chamada relogio. Era algo usado para medir e definir a passagem de algo que os antigos haviam chamado de tempo. Este fantástico aparelho tornou-se responsável por decidir como deveria ser dividida a vida daquelas criaturas. Assim como o relógio, também foi criado algo que chamou-se de calendário. Esta outra maravilhosa invenção possuía a mesma função do relógio, mas servia para definir parcelas maiores daquela coisa chamada tempo. Neste aparelho, algumas marcações (que aquelas criaturas convencionaram chamar de dias) possuíam certas especificidades. Uma dessas especificidades fazia com que, em um determinado dia, aqueles entre aquelas criaturas que haviam escolhido manter um nível maior de proximidade, trocassem presentes, para comemorar sua união. Acontece que, algumas destas criaturas nao desenvolviam a capacidade de se aproximar das demais a ponto de manifestar o interesse necessário para aquela típica união. O triste resultado era que, quando se aproximava este dia, aquelas criaturas viviam atormentadas. E se, por algum acaso, aquele outro ser com o qual ela mantinha a união atípica, desejasse transformar a união para a forma convencional e depositasse suas expectativas justamente no fatídico dia da troca de presentes? Como deveria agir a pobre criatura? Reza a lenda, que ela perguntou e aguardou por respostas!