Duvidamos sempre muito
Pois é mais fácil não crer
Nos damos o privilegio da dúvida
Quando não, optamos por esquecer
Mas o mesmo não se faz com o coração
Aquele maldito que insiste em bater
Com um barulho estridente
Que não nos deixa ceder
Pois certamente deixariamos quieto
Tudo o que não podemos prever
E em especial os sentimentos
Que sempre insistem em nos querer
Como a dúvida da paixão
A sangria do querer
Que quando chega ao coração
Por vezes nos faz sofrer
Como nas noites solitárias
Em que a distância é a única companhia
Ladeada da saudade
Que sempre vem, daquela que se queria...
Há 8 meses
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