1. Em Janeiro deste ano escrevemos e fizemos
circular um pequeno Plano de Trabalho para o Partido dos Trabalhadores de
Petrolina, nele dizíamos que as “eleições
municipais de 2016 seriam decisivas para a vida política e eleitoral do Partido
dos Trabalhadores. Por um lado, porque seria o momento de enfrentar os
golpistas nas urnas, mensurando o impacto dos ataques da grande mídia, do
judiciário e do empresariado no capital eleitoral do PT. Por outro, seria a
chance de travar o debate político com os setores da classe trabalhadora que
foram as urnas em 2014 defender o projeto petista, que viram frustradas suas
expectativas ao longo de todo o ano de 2015 e que esperam uma profunda mudança
no governo federal e nas atitudes do PT, principalmente em suas cidades em 2016”.
2. Dizíamos também que seria “imprescindível que o Partido apresentasse
candidaturas para a prefeitura e Câmara de Vereadores capazes de fazer o
enfrentamento aos golpistas e defender o partido, representando as aspirações e
desejos de mudança que os setores da classe trabalhadora querem”.
3. Apresentamos o cenário de que “em Petrolina, a situação do Partido é
delicada. Em 2012 a chapa PT-PPS obteve 13.651 votos, numa eleição em que o
coeficiente eleitoral foi de 7.498 votos. Sendo que destes apenas quatro
candidatos obtiveram votação superior a mil votos, enquanto nenhum outro
ultrapassou os 400 votos. O partido ficou em quinto lugar na votação
proporcional e terceiro na votação majoritária com 29.506 votos, de um universo
143.513 votos válidos”.