"O interdito ao pensamento vigora em todos os meios, mesmo nos meandros da educação de mercado, pois se o pensamento significa autonomia, ele incomoda, ele provoca, ele modifica, ele desestabiliza, ele causa distúrbios e produz a perda de hegemonias. Onde está o pensar está também o princípio da renovação e da mudança. Nem sempre a mudança é bem-vinda, especialmente para aqueles que se arvoram na condição de conservadores das estruturas reinantes. Neste sentido, conta-se com a omissão da maioria, com a desmobilização dos intelectuais, e também com a inconsciência das novas gerações, adestradas que foram pelo cosumismo e pela consciência do imediatismo".
CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO. 6ª Edição. São Paulo: Atlas, 2008. Eduardo C.B. Bittar e Guilherme Assis de Almeida. pág. 10.
Há 8 meses
2 comentários:
a ignorância é uma benção
já tá estudando... muito bem!!! curta o carnaval, mas lembre-se do seminário!!!kkkkkkkkkkk. bjo
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